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Moro manda prender ex-diretores da Mendes Júnior

Moro manda prender ex-diretores da Mendes Júnior
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 30.03.2017

O juiz federal Sergio Moro determinou nesta segunda-feira (13) a prisão de três ex-executivos da empreiteira Mendes Júnior condenados na Operação Lava Jato. Moro autorizou o início do cumprimento da pena após o fim dos recursos no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), segunda instância da Justiça Federal.

Com a decisão do juiz, serão presos Sérgio Mendes Júnior (condenado a 27 anos), Rogério Cunha Pereira (18 anos) e Alberto Elísio Vilaça Gomes (11 anos). Todos foram condenados pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Moro deu prazo de 24 horas para que os acusados se entreguem à Polícia Federal (PF). Eles ficarão presos na Complexo Médico-Penal em Piraquara, na região metropolitana de Curitiba.

“Autorizo, para facilitar o cumprimento, que a autoridade policial conceda aos presos o prazo de 24 horas para se apresentarem voluntariamente, desde que apresentado compromisso expresso e por escrito subscrito pelo condenado e também pelo defensor. A decisão de conceder ou não o prazo fica submetida à discricionariedade da autoridade policial”, decidiu.

De acordo com o processo, os apenados foram condenados pelo pagamento de R$ 31,4 milhões em propinas na obtenção de favorecimentos junto ao ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youseff, ambos delatores do esquema de corrupção na estatal.

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Assessora de Bolsonaro (esq.) foi lembrada em debate pelo candidato Guilherme Boulos

Assessora de Bolsonaro (esq.) foi lembrada em debate pelo candidato Guilherme Boulos
Marlene Bergamo/Folhapress – 09.08.2018

O candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, afirmou que sua assessora parlamentar Walderice Santos da Conceição, a Wal, pediu demissão nesta segunda-feira (13) pela manhã. Segundo Bolsonaro, Walderice solicitou o desligamento por causa da exposição de seu nome em denúncia de irregularidade.

Ela foi apontada em reportagens do jornal “Folha de S. Paulo” como uma assessora fantasma do deputado que trabalhava em sua residência em Angra dos Reis e vendia açaí na cidade, no ‘Açai da Wal’.

O caso foi lembrado pelo candidato do PSOL, Guilherme Boulos, no debate entre os presidenciáveis realizado na última quinta-feira (9), na Band.

O pedido de demissão aconteceu após a reportagem da “Folha de S.Paulo” voltar hoje a Angra dos Reis e comprar um açaí e um cupuaçu com a própria Wal no estabelecimento dela no município durante horário de expediente da Câmara.

“O crime dela foi dar água para os cachorros”, disse Bolsonaro a jornalistas, sobre os serviços prestados pela funcionária em sua residência no litoral do Rio de Janeiro.

Pelo site da Câmara dos Deputados, Walderice recebe atualmente salário bruto de R$ 1.351,46. “Tenho aquela casa há 25 anos e contratei ela há uns 12 anos. Como de vez em quando estou lá, muita gente me procura e ela é encarregada de filtrar e passar pra mim, só isso”, disse.

Bolsonaro disse ainda que pode ser um dos alvos dos protestos do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). O movimento iniciou uma marcha à Brasília para dar apoio à inscrição junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na próxima quarta-feira da chapa que tem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como candidato a presidente.

“Estou sabendo que o MST vai estar aqui a partir de hoje. Ações acontecerão em Brasília e, a princípio, eu sou uma pessoa que interessa para eles”, disse ele a jornalistas nesta segunda-feira.

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Eleições devem ter 13 candidatos com novos registros

Eleições devem ter 13 candidatos com novos registros
Montagem/R7

Os pré-candidatos à Presidência da República Alvaro Dias (Pode), Henrique Meirelles (MDB), Jair Bolsonaro (PSL), João Goulart Filho (PPL), José Maria Eymael (DC), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Marina Silva (Rede) têm até às 19h desta quarta-feira (15) para oficializar suas candidaturas no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Até o momento, Cabo Daciolo (Patriota), Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (PSOL), João Amoedo (NOVO) e Vera Lúcia (PSTU) já estão com as candidaturas registradas para o pleito.

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Se todos os nomes confirmados pelas convenções partidárias forem oficializados na disputa pela Presidência, os brasileiros poderão escolher o substituto de Michel Temer (MDB) entre 13 candidatos.

O registro das candidaturas não confirma a participação dos nomes na corrida eleitoral, já que eles ainda podem ser considerados inelegíveis pelo TSE.

De acordo com o presidente do TSE, ministro Luiz Fux, a Corte “será inflexível com candidatos ficha suja”. “O Tribunal Superior Eleitoral sintetiza sua atuação em um binômio: não à mentira e ficha suja está fora do jogo democrático”, afirmou no fim de julho.

Para concorrer à Presidência, a Lei Eleitoral determina que o candidato deve ter mais de 35 anos, nacionalidade brasileira, encontrar-se com os direitos políticos em dia, ter residência fixa há ao menos um ano e estar filiado ao partido político há pelo menos seis meses.

A partir do dia 16, quando o prazo para o registro das candidaturas já estiver encerrado, os postulantes ao Planalto poderão começar a fazer as campanhas nas ruas. Estão liberados comícios sem a participação de artistas, carreatas e panfletagens. O horário eleitoral começa no dia 31 de agosto.

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Comércio paulista fechou quase 6 mil vagas em 2018

Comércio paulista fechou quase 6 mil vagas em 2018
Jaime Saldarriaga/ Arquivo Reuters

O comércio paulista fechou 5,8 mil vagas de trabalho em junho, o que levou o total de postos eliminados durante o primeiro semestre deste ano para 33,7 mil. O levantamento é feito pela FecomercioSP, com base em dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho), em nove ramos do comércio de 16 regiões do estado.

O setor vem registrando cortes na força de trabalho  desde o início do ano. A exceção foi abril, quando foram criadas 2,3 mil vagas.

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Segundo a entidade, o primeiro semestre é marcado por retração do emprego formal, mas em 2018 o cenário se agravou em razão da greve dos caminhoneiros e do desempenho frustrante da economia. A FecomercioSP observa que o desemprego continua elevado e o consumo das famílias, represado.

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“Esta reunião de cenários, aliado ao próximo pleito eleitoral, causa aumento da incerteza e, naturalmente, da confiança dos empresários”, comenta a entidade.

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Entre nove atividades monitoradas, apenas as concessionárias de veículos abriram vagas em junho: 170 novos postos. Na ponta oposta da lista, fecharam mais vagas as lojas de vestuário, tecidos e calçados (1,8 mil) e o varejo de materiais de construção (1,2 mil).

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