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Felipe Hintze não se rende aos padrões estéticos: “eu me amo”

Felipe Hintze (Foto: Carlos Sales)

 

Felipe Hintze está realizando o sonho de muitos atores: emendar trabalhos na TV Globo. Apenas um ano depois de ganhar notoriedade como o vilão Moqueca em Malhação: Viva A Diferença, o ator de 24 anos agora se prepara para viver um policial bonachão em “O Sétimo Guardião”, nova novela das 21h.

“O Peçanha vai investigar todos os mistérios com o seu parceiro fiel, o delegado da cidade, interpretado pelo genial Milhem Cortaz”, disse o ator em entrevista à GQ, enaltecendo o seu companheiro de cena. “Seremos o alívio cômico do horário. O público vai se divertir muito com a gente”, completa.

O novo trabalho representa um sonho na vida do ator: trabalhar em uma novela de Aguinaldo Silva, um dos mais importantes dramaturgos brasileiros. “A nossa novela aborda o realismo fantástico, mas com as características da dramaturgia atual. Aposto que vai ser um marco”, comenta Felipe, empolgado.

Mesmo inserido num meio regido por padrões estéticos, Felipe Hintze vai galgando dificuldades – sem abrir mão de ser gordinho. “As minhas diferenças são o que me tornam único e especial. Eu me amo. Me sinto bonito não por ser só gordo, mas por ser quem eu sou”, afirma o ator. Confira o papo na íntegra.

Felipe Hintze (Foto: Carlos Sales)

 


Felipe, o que você pode adiantar sobre o seu personagem em O Sétimo Guardião, o Peçanha? Podemos esperar um policial bonachão? 

Ele é bem bonachão, mas também é esperto, astuto. A novela se passará em Serro Azul, uma cidade cheia de mistérios dentro do universo criativo de Aguinaldo Silva, mergulhado no realismo fantástico. O Peçanha vai investigar todos os mistérios com o seu parceiro fiel, o delegado da cidade, interpretado pelo genial Milhem Cortaz.

Quando falamos do Milhem Cortaz, logo lembramos dos personagens policiais mais durões, ainda que engraçados. Podemos, portanto, esperar uma versão clássico do “good cop/bad cop” (bom e mau policial) dos filmes americanos?

Vai ser uma dupla bem interessante. Eles são autoridades da cidade, impõe muito respeito, mas acabam se metendo em situações bem humoradas. Seremos o alívio cômico do horário. O público vai se divertir muito com a gente.

Quais são as suas maiores referências para a criação do personagem?

Meu processo de preparação para personagem inicia com o estudo do texto. Extraio de lá
toda a essência. E busco referências externas. Me inspirei muito nas atuações de Jonah Hill, Kevin James e James Corden. Para compor a dupla, olhei  grandes duplas do cinema, como O Gordo e o Magro, John Travolta e Samuel L.Jackson em Pulp Fiction, Channing Tatum e Johan Hill em 21 Jump Street

Felipe Hintze (Foto: Carlos Sales)

 


O que você sentiu até aqui sobre o texto de Aguinaldo Silva? É um dramaturgo diferente, na sua visão, em termos de talento?

O Aguinaldo é um autor único, de uma escrita primorosa. Obviamente seu texto se diferencia por sua qualidade artística, sua visão de mundo e sua capacidade brilhante de saber conduzir uma boa história. É uma honra pode falar o texto do Aguinaldo. É um sonho que está se realizando.E acredito que a nossa novela é diferente das últimas novelas do horário nobre. Ela aborda  o realismo fantástico, mas com as características da dramaturgia atual. Aposto que vai ser um marco. Acredito que as pessoas vão falar dessa novela por muitos anos.

Esse é mais um trabalho seu na TV Globo. O mais marcante deles até agora talvez tenha sido o Moqueca em Malhação: Viva a Diferença. Por ser um vilão, o personagem te deixou em alguma saia justa nas ruas?

Engraçado. O Moqueca tinha carisma e o público se afeiçoou a ele. No final, a direção me contou que o público queria que ele terminasse bem, o que acabou acontecendo. Ele largou as drogas e o tráfico, virou evangélico e encontrou o amor. O Eziel de Verdades Secretas me deixou em mais saias justas na rua. Por mais que ele tinha um histórico de sofrer bullying, o fato dele ter traído a amizade com a Angel (Camila Queiroz) fez o público pegar um ranço dele. Ainda assim, tinha gente que o defendia.

Em entrevista ao Ego no ano passado, você disse que, mesmo tendo perdido 14 quilos, queria continuar gordinho. Como é ser gordinho em um meio com tantos galãs com corpo sarado?

É bom não ceder aos padrões de beleza estabelecido pela mídia e pela sociedade. As minhas diferenças são o que me tornam único e especial. Eu me amo. Me sinto bonito não por ser só gordo, mas por ser quem eu sou. Na época em que eu perdi 14 quilos foi por conta de um musical que estava fazendo. Demandava um condicionamento físico por estarmos em cartaz de quinta a domingo, cantando, dançando e atuando ao mesmo tempo. Saúde em primeiro lugar. O propósito era esse e não me enquadrar em um padrão. Todo mundo tem a sua beleza. Existem, sim, algumas pessoas lindas com corpos sarados. Só que muitas delas não contemplam a felicidade e acabam só tentando preencher um vazio irrestrito… A busca do corpo perfeito, da perfeição, não é benéfica. A perfeição é um saco. A beleza está na unicidade.

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