ESCOLA MAIS CARA DE SÃO PAULO

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ESCOLA SUGERE DESMATRÍCULA DE ALUNOS QUE NÃO CONSEGUIREM PAGAR MENSALIDADE DE R$ 10 MIL

A filial paulistana da escola americana Avenues, (aberta recentemente) uma escola com mensalidade de R$ 10 mil, tem indignado pais que vêm apelando desde o começo da pandemia, uma possível redução no valor da mensalidade.

Respondendo apenas por e-mails, a escola afirma não ter interesse em negociar as mensalidades. Apenas aponta como alternativa, a mudança destes alunos para outra escola.

A escola enviou um e-mail esta semana dizendo que não teve nenhuma redução em seus custos e manutenção, e que mantém a oferta de aulas à distância. Sendo assim, não havia como proporcionar melhora no valor das mensalidades.

Alguns pais, entretanto, dizem que é impossível não ter havido diminuição dos gastos mensais da escola, pois não há o mesmo consumo de energia ou água, segurança privada nem alimentação em tempo integral, como em uma situação normal.

“É uma postura arrogante, como se mudar o filho de escola no meio deste caos fosse fácil. Isso numa escola que fala em empatia o tempo todo”, reclamou um pai de um aluno.

Antes da escola chegar ao Brasil, já havíamos mencionado “em particular”, que ela viria com uma temática diferenciada, valores quase executivos, e com uma postura à altura de seus mensalistas, o que agrega a falta total de negociação de valores, que com certeza só tendem a aumentar, mesmo durante a pandemia.

A escola que hoje é provavelmente a mais cara do Brasil, é a segunda filial da escola de Nova Iorque no Mundo. Só por isso já seria um grande diferencial para cada pai de aluno que quisesse matricular seu filho com muita exclusividade e regalias.

Veja abaixo nota da chegada da escola no Brasil:

Antes mesmo de subir as portas, a filial paulistana da escola nova-iorquina Avenues recebeu inscrições de cerca de 2000 famílias interessadas em matricular os filhos na instituição. A mensalidade, na faixa dos 9 800 reais, uma das mais altas da capital, não pareceu intimidar os candidatos. Afinal, a fama da marca precedia sua instalação no prédio à beira da Marginal Pinheiros, no Real Parque.

Trata-se da segunda unidade da bandeira no mundo, que teve início de maneira ambiciosa em Manhattan em 2012 e conquistou clientes de clãs poderosos e celebridades, caso de Suri Cruise, filha dos atores Tom Cruise e Katie Holmes. O plano diferenciado de estudos, que almeja uma “educação global”, também chamou a atenção dos paulistanos. “Nosso lema é: ‘Uma escola, diversos campus’”, afirma Jeff Clark, presidente da entidade, sobre o currículo similar na rede, que busca uma conexão entre as nações. O negócio pretende se expandir em breve por cidades como Londres, Xangai e Washington.

Dito isto, só resta aos pais matricularem os filhos em outras escolas ou trabalharem duro para conseguir pagar as mensalidades.

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