Mais de 11 mil pessoas perderam o empregos no Japão desde início da COVID-19

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Mais de 11 mil pessoas perderam o empregos no Japão desde início da COVID-19 – O Ministério do Trabalho do Japão anunciou que mais de 11 mil pessoas perderam o emprego ou deixaram  de ser contratadas por empresas do país devido à pandemia do COVID-19. Mesmo o Japão não fechando suas atividades durante a pandemia.

Com a propagação do novo coronavírus, muitas empresas ficaram em situação financeira difícil devido a redução da demanda interna e mundial. Do final de janeiro até o dia 21 de maio, mais de 10.835 pessoas perderam ou perderão o emprego e não serão mais contratadas por empresas do país.

Os efeitos da crise começaram a ser impactados em março, com 835 pessoas ficando sem emprego. Em abril foram 2.700 pessoas, número que subiu para 8.000 até o dia 22 de maio.

A tendência é que o número continue a subir nos próximos meses, caso os voos vindos de fora não se normalizem. O Ministério disse que os setores mais afetados são os ligados ao turismo, que viu uma grande redução no número de turistas estrangeiros. Redes de hotéis, empresas de aviação, ônibus e demais companhias do setor de turismo viram seus rendimentos diminuírem ou zerarem.

Outros setores como o de restaurantes, bares, lanchonetes e etc, também tiveram redução nos lucros e rendimentos devido ao fechamento de lojas, além da queda da demanda por conta do menor número de pessoas circulando pelas cidades japonesas.

Outros setores afetados incluem o de vendas, com lojas em todo o país ficando muitos dias parados. Além de setores que dependem da demanda global, como de automóveis, maquinário, aparelhos eletrônicos, cujas empresas responsáveis fecharam fábricas e demitiram funcionários.

Um efeito comum durante uma pandemia e quarentena, mesmo que seja vertical. No Japão por exemplo, só os voos foram cancelados, e toda a sua rede sequencial, ou o que abastecia esse setor, como shoppings em aeroportos e serviços.

Repare que apesar de serem muitas demissões, não são nem 1% das demissões ou do desemprego presentes nos Estados Unidos e Brasil, que foram de milhões de cortes.

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