Fachin nega pedido de liberdade a donos da Avianca

Fachin diz que caso ainda não compete ao Supremo
Fachin diz que caso ainda não compete ao Supremo Rosinei Coutinho/SCO/STF - 11.03.2020

O ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou nesta sexta-feira (16) o pedido para que os donos da companhia aérea Avianca respondessem em liberdade pelos supostos atos de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo a Transpetro.

Detidos na Operação Navegar é Preciso, desdobramento da Lava Jato, os empresários Germán e José Efromovich cumprem prisão domiciliar desde meados de agosto por fazerem parte do grupo de risco para a covid-19.

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Os empresários foram detidos após acusações feitas em colaboração premiada por Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, que afirmou ter solicitado vantagem indevida quando da contratação do EISA (Estaleiro Ilha S/A), de propriedade dos irmãos, para a construção de navios.

As investigações apontam ainda que Machado teria recebido R$ 40 milhões em propinas dos irmãos para beneficiar os empresários em contratos de construção de navios firmados com a subsidiária da Petrobras.

Na decisão que nega a liberdade dos irmãos, Fachin observou que ainda cabe recurso da defesa no STJ (Supremo Tribunal de Justiça) e, por isso, não é o momento de o STF se pronunciar sobre o caso.

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